top of page

Depois do voto quem continuamos sendo uns para os outros

Foto do escritor: João Victor G. Sandoval
João Victor G. Sandoval
há 5 dias
11 min de leitura

Polarização política pertencimento e conflitos dentro da família


O primeiro turno das eleições de 2026 terminou em 4 de outubro. A votação ocupou poucos minutos, mas seus efeitos não ficaram na urna. Eles continuam nas mensagens encaminhadas, nos grupos familiares, nos almoços interrompidos, nas conversas evitadas e na decisão de não visitar alguém por algum tempo.


Dentro de uma família, o voto pode representar muito mais do que uma preferência entre candidaturas. Ele pode ser interpretado como confirmação ou recusa de valores compartilhados, reconhecimento ou desconsideração de uma experiência, lealdade ou traição. Por isso, certas discussões se tornam tão intensas mesmo quando quase ninguém está falando de programas de governo em detalhes.


Compreender esse fenômeno exige distinguir diferença política, polarização afetiva e violência relacional. Também exige reconhecer que o outro é maior do que seu voto, sem usar essa afirmação para apagar responsabilidade, discriminação ou risco. Um vínculo pode acolher diferenças; ele se fragiliza quando transforma obediência política em condição para pertencimento.


Diferença política e polarização afetiva


A existência de posições políticas diferentes não constitui, por si só, um problema. A democracia pressupõe divergências sobre prioridades públicas, distribuição de recursos, direitos, responsabilidades do Estado e formas de organizar a vida coletiva. Essas diferenças podem ser profundas e ainda assim permanecer no campo do debate político.


A polarização ideológica descreve o aumento da distância entre posições e projetos. A polarização afetiva se refere a outra dinâmica: cresce a aversão dirigida às pessoas associadas ao campo adversário. Mario Fuks e Pedro Henrique Marques definem essa dimensão como o aumento da desafeição entre grupos políticos rivais. Em termos cotidianos, a frase ‘discordo do que você defende’ começa a se aproximar de ‘não confio em alguém como você’.


Essa passagem modifica a conversa. Argumentos deixam de ser avaliados apenas por seu conteúdo e passam a ser recebidos como sinais de caráter. Uma informação apresentada pelo outro já parece suspeita antes de ser examinada. Um erro cometido por alguém do próprio grupo encontra justificativas; o mesmo erro, quando vem do grupo rival, confirma uma condenação já pronta.


A política passa a organizar aproximações e afastamentos que antes dependiam de muitos outros aspectos da relação. A pessoa deixa de aparecer como filha, pai, tia, companheira ou irmão que também possui uma posição política. A posição política começa a ocupar toda a imagem da pessoa.


O Brasil não está simplesmente dividido ao meio


A imagem de um país repartido em dois blocos equivalentes é atraente, mas simplifica o cenário. Uma pesquisa nacional da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo comparou dados de 2006 e 2026. A forma estrita de polarização afetiva, definida pela adesão positiva a um campo acompanhada de forte rejeição ao outro, aumentou de 19% para 31%. Isso também significa que 69% dos entrevistados não estavam nessa categoria.


Esses 69% não formam necessariamente um centro moderado. O levantamento encontrou crescimento da indiferença, da dupla rejeição e do desalento, além de queda na parcela que aderia a um campo sem hostilizar o adversário. O país reúne entusiasmo, aversão, desconfiança, cansaço e afastamento. Cada uma dessas experiências produz efeitos diferentes na convivência.


Uma pesquisa Ipsos-Ipec realizada em dezembro de 2025 ajuda a compreender esse clima. Entre duas mil pessoas entrevistadas em 131 municípios, os sentimentos mais citados diante da polarização foram tristeza, com 19%, cansaço, com 17%, e medo, com 16%. Esses dados não medem conflitos familiares diretamente. Eles indicam, porém, que a experiência política recente também é vivida como desgaste emocional.


A cautela com generalizações também vale para as famílias. Um estudo de Malu Gatto, João Gabriel Leal e Débora Thomé, baseado em uma pesquisa nacional realizada após a eleição de 2022, estimou que conflitos familiares persistentes motivados pela eleição atingiam cerca de 3,5% dos entrevistados. A prevalência geral era baixa, mas o impacto era desproporcional entre participantes lésbicas, gays e bissexuais. O fenômeno não alcança todas as casas do mesmo modo e não pode ser avaliado apenas por sua frequência média.


Por que o voto alcança o pertencimento familiar


Famílias não compartilham somente sobrenomes e espaços. Elas também transmitem narrativas sobre trabalho, justiça, religião, autoridade, cuidado, gênero, sucesso, sacrifício e responsabilidade. Ao longo dos anos, essas narrativas ajudam cada integrante a compreender quem somos nós e que tipo de pessoa alguém deve procurar ser.


Uma escolha política pode ser lida como continuidade dessa história. Também pode ser percebida como sua recusa. Quando um familiar pergunta ‘como você pode votar assim?’, talvez não esteja pedindo uma explicação sobre propostas. Pode estar perguntando como alguém criado naquela casa chegou a enxergar o mundo de outra maneira.


A discussão ganha então uma camada afetiva. Para os pais, o voto do filho pode parecer rejeição de tudo o que procuraram ensinar. Para o filho, o voto dos pais pode parecer indiferença diante de uma condição que afeta sua vida diretamente. Para um casal, a escolha pode levantar dúvidas sobre planos futuros, educação dos filhos e compromissos éticos. A mesma ação recebe sentidos diferentes conforme a história do vínculo.


O conflito se intensifica quando esses sentidos permanecem implícitos. Fala-se de candidatos, pesquisas e notícias, mas a conversa é movida por medo de perder reconhecimento, por vergonha diante do grupo, por sensação de ingratidão ou por uma experiência concreta de ameaça. Enquanto essa camada não aparece, cada novo argumento político pode aumentar uma ferida relacional que ainda não foi nomeada.


Quando o voto se torna prova de amor e caráter


Alguns vínculos criam uma espécie de contrato silencioso: para continuar pertencendo, é preciso preservar certas lealdades. O contrato pode envolver religião, profissão, maneira de constituir família e posição política. Quando alguém se afasta do que era esperado, sua autonomia é interpretada como abandono.


Nesse cenário, o voto deixa de ser uma escolha entre alternativas públicas e passa a funcionar como teste privado. A pessoa precisa demonstrar que ama a família votando de determinada maneira, provar que possui bom caráter rejeitando determinado campo ou confirmar gratidão repetindo as posições recebidas. Divergir significa colocar o próprio lugar no vínculo em risco.


Isso não ocorre somente por imposição explícita. A ameaça pode aparecer em ironias, retirada de afeto, constrangimento diante de outras pessoas ou silêncio prolongado usado para punir. Também pode surgir internamente, como culpa e necessidade de esconder a própria posição para continuar sendo reconhecido.


A liberdade de escolha nunca acontece fora das relações. Ainda assim, reconhecer a influência do pertencimento não elimina responsabilidade. A pergunta mais precisa é como a escolha foi construída, que pressões estavam presentes, quais consequências estavam em jogo e que possibilidades reais a pessoa conseguia perceber.


Identidades negativas e a necessidade de ter um inimigo


O cientista político João Areal estudou a polarização afetiva no Brasil a partir do conceito de identidade política negativa. Em alguns contextos, as pessoas se definem menos pelo grupo ao qual aderem e mais pelo grupo que rejeitam. Em vez de um nós consistente, aparece um eles que concentra tudo aquilo que a pessoa não deseja ser.


Isso ajuda a explicar por que alguém pode ter pouca ligação com um partido ou programa e, ainda assim, demonstrar hostilidade intensa contra determinados eleitores. A rejeição oferece uma fronteira identitária: sei quem sou porque sei quem combato. O adversário passa a cumprir uma função na manutenção da própria coerência.


No convívio familiar, essa lógica produz um impasse. Escutar sinceramente o outro poderia revelar semelhanças, dúvidas ou contradições. Essa aproximação ameaça a fronteira que mantém a identidade estável. Por isso, a conversa pode ser interrompida por rótulos antes que a experiência concreta seja conhecida.


Nem toda rejeição política é irracional. Há posições que apoiam práticas discriminatórias, retirada de direitos ou formas autoritárias de poder. A crítica pode ser eticamente necessária. O problema aparece quando a crítica a uma posição se transforma na certeza de que já conhecemos a pessoa inteira e de que nada nela merece ser escutado, considerado ou responsabilizado de modo concreto.


Quando uma convicção se torna intocável


Ideologia não é sinônimo de fanatismo. Ideologias reúnem ideias e valores usados para interpretar a sociedade, avaliar problemas e propor caminhos coletivos. Toda vida política depende de referências desse tipo, mesmo quando a pessoa não as nomeia.


A expressão idolatria política pode servir como metáfora quando uma liderança ou um grupo assume uma posição acima de qualquer pergunta. Para evitar que a metáfora se torne uma acusação fácil, é mais preciso falar em sacralização política. O sinal principal não é a intensidade da convicção, mas a impossibilidade de revisá-la.


A sacralização aparece quando a dúvida é recebida como traição, quando qualquer crítica externa confirma uma narrativa de perseguição e quando reconhecer um erro do próprio grupo parece destruir a identidade de quem o apoiou. A fidelidade à liderança ganha prioridade sobre fatos, compromissos democráticos e efeitos concretos das decisões.


Um trabalho internacional sobre sectarismo político descreve três componentes úteis para essa análise: transformar o adversário em um outro essencialmente diferente, sentir forte aversão por ele e tratá-lo como moralmente inferior. O estudo foi desenvolvido nos Estados Unidos e não deve ser transplantado automaticamente para o Brasil. Seus conceitos ajudam a observar como a disputa política pode adquirir linguagem de pureza, contaminação e salvação.


Na família, essa dinâmica é especialmente dolorosa. Questionar o líder admirado por alguém pode ser sentido como ataque à própria pessoa. Reconhecer sofrimento provocado por uma política pode parecer concessão ao inimigo. A conversa deixa de investigar acontecimentos e passa a proteger identidades.


A pessoa é maior do que o rótulo


A perspectiva fenomenológico-existencial oferece uma contribuição importante para esse ponto. Ela compreende a existência como uma relação viva entre pessoa, mundo, história e possibilidades. Ninguém chega às relações com uma identidade inteiramente pronta; também não é definido para sempre por uma única escolha.


Felipe Zanetti propõe uma clínica pós-identitária que resista a definições fixas e reconheça o outro como um campo aberto de possibilidades. Essa postura não significa ignorar ações ou consequências. Significa não transformar uma descrição parcial em essência: o conservador, a progressista, o bolsonarista, a petista, o ignorante, a doutrinada.


André Duarte, ao discutir a alteridade em Heidegger, destaca o encontro com o outro em sua singularidade. Alteridade não é concordância. É o reconhecimento de que o outro não precisa ser uma reprodução de mim para existir como outro. Quando a relação admite apenas semelhança, o encontro cede lugar à exigência de obediência.


Há também uma responsabilidade envolvida nesse reconhecimento. Dizer que uma pessoa é maior do que seu voto não torna o voto irrelevante. Escolhas políticas produzem consequências e expressam compromissos. O cuidado está em responder ao que foi escolhido sem encerrar definitivamente quem escolheu em uma identidade imutável.


A discussão não nasce apenas dentro das pessoas


Os conflitos familiares atuais também acontecem em um ambiente digital organizado por velocidade, repetição e disputa por atenção. Vídeos curtos, cortes de falas, mensagens alarmistas e acusações chegam ao grupo da família antes que alguém tenha tempo de verificar contexto e origem. A urgência de responder pode ocupar o lugar da reflexão.


Ana Maria Feijoo e Carolina Dhein propõem compreender fenômenos contemporâneos sem separar uma interioridade individual de um mundo externo. A existência se forma em articulação com seu horizonte histórico. Aplicada ao presente tema, essa orientação impede duas explicações incompletas: culpar apenas o algoritmo ou imaginar que cada pessoa produz sozinha toda a hostilidade que expressa.


As plataformas favorecem certos modos de circulação, mas familiares escolhem compartilhar, corrigir, silenciar, interromper ou retomar conversas. A responsabilidade é distribuída sem desaparecer. Reconhecer o ambiente ajuda a criar outras possibilidades de resposta, como adiar o envio, verificar uma informação e sair temporariamente de uma conversa que perdeu condições mínimas de respeito.


Nem toda divergência é simétrica


Há conflitos em que familiares divergem sobre impostos, prioridades administrativas ou estratégias econômicas. Outros envolvem racismo, violência de gênero, direitos sexuais, liberdade religiosa, capacitismo ou reconhecimento de diferentes formas de família. Para quem é diretamente atingido, a discussão não permanece abstrata.


O estudo de Gatto, Leal e Thomé merece atenção justamente por mostrar efeitos desiguais. Embora conflitos familiares persistentes motivados por eleições não fossem comuns no conjunto da amostra, participantes lésbicas, gays e bissexuais apareciam de forma desproporcional entre os afetados. Uma média baixa pode esconder sofrimento concentrado.


Luciana Fernandes de Medeiros relaciona vulnerabilidade a condições sociais e materiais que restringem possibilidades de existência. Essa leitura ajuda a evitar uma recomendação genérica para que todos simplesmente conversem. Quem depende economicamente da família, teme expulsão de casa ou sofre ameaça por sua identidade não participa da conversa em condições equivalentes.


Por isso, preservar o vínculo não pode significar tolerar humilhação, discriminação ou coerção. A responsabilidade também não deve ser distribuída de modo automático entre todas as pessoas envolvidas. Cada situação precisa ser compreendida a partir das condições, dos atos praticados e dos efeitos produzidos.


Condições para uma conversa possível


Quando existe respeito mínimo, o diálogo pode começar pela diminuição do campo da disputa. Em vez de tentar resolver toda a eleição em uma conversa, familiares podem escolher uma questão concreta e perguntar que experiência, medo ou consequência está ligada a ela.


Perguntas como ‘o que essa escolha significa para você?’ e ‘que consequência você teme?’ aproximam a conversa do vivido. Elas não garantem acordo e não devem ser usadas como técnica para vencer o outro. Sua função é descobrir o que os rótulos estavam escondendo.


Falar em primeira pessoa também pode reduzir acusações totais. Dizer ‘quando você apoia essa proposta, eu temo que…’ comunica uma relação entre posição e efeito. Frases como ‘vocês são todos…’ fecham a experiência antes que ela possa ser descrita.


Escutar não cria obrigação de concordar. Compreender a história de uma posição não a torna correta. Da mesma forma, responsabilizar alguém por uma fala ou escolha não exige negar toda a sua história. A conversa se torna mais cuidadosa quando consegue sustentar essas distinções.


Também é legítimo interromper. Se surgem insultos, ameaças, exposição pública ou tentativas de coerção, a pausa protege as pessoas e o próprio sentido do diálogo. Uma conversa sem condições pode apenas repetir a violência que afirma querer resolver.


Limites e distância também podem cuidar


Há uma expectativa cultural de que a família deva permanecer unida apesar de tudo. Essa expectativa pode favorecer reparações, mas também pode aprisionar pessoas em relações que exigem silêncio e submissão. Proximidade não é o único sinal possível de afeto ou maturidade.


Um limite pode assumir formas diferentes: recusar determinados assuntos, sair de um grupo de mensagens, reduzir a frequência de encontros ou suspender o contato. Seu sentido depende da história e do risco presentes. Limites usados para punir e controlar são diferentes de limites usados para proteger segurança e dignidade.


A distância não precisa ser tratada como resultado definitivo. Em algumas relações, ela oferece tempo para que a intensidade diminua e novas formas de contato se tornem possíveis. Em outras, pode precisar ser mantida. Ninguém tem obrigação de se expor novamente para provar abertura ao diálogo.


O lugar da psicoterapia


A psicoterapia não funciona como tribunal eleitoral nem decide qual posição política a pessoa deve adotar. Ela pode oferecer um espaço para compreender como medo, pertencimento, culpa, vergonha e necessidade de reconhecimento participam dos conflitos.


Uma escuta fenomenológico-existencial procura acompanhar a experiência tal como ela é vivida e situada. Isso inclui observar como a pessoa se sente no corpo antes de uma conversa, que possibilidades consegue enxergar, quais papéis familiares reaparecem e que custos existem em falar, silenciar, aproximar-se ou afastar-se.


O objetivo não é produzir neutralidade diante de injustiças. É ampliar a capacidade de responder com mais clareza às condições concretas, reconhecendo escolhas, vulnerabilidades, responsabilidades e limites.


Depois do voto


Eleições renovam disputas públicas e também revelam contratos privados de pertencimento. Algumas famílias descobrem que conseguem discordar sem retirar afeto. Outras percebem que sua proximidade dependia de silêncios que já não podem ser sustentados.


O vínculo não precisa apagar diferenças políticas. Ele precisa permitir que cada pessoa exista sem ser reduzida a uma extensão do grupo. Quando o voto se transforma em prova de amor, caráter ou pertencimento, a tarefa não é apenas discutir melhor política. É compreender que tipo de relação está sendo exigida e se ainda existe espaço para alteridade, responsabilidade e dignidade.


Depois do voto, a pergunta permanece: quem continuamos sendo uns para os outros?


Nota ao leitor


Este texto tem finalidade informativa e não substitui avaliação psicológica, orientação individual ou atendimento em situações de violência e urgência. Relações familiares variam conforme sua história, suas condições materiais, as desigualdades presentes e a segurança de cada pessoa.


Referências


AREAL, João. ‘Them’ without ‘us’: negative identities and affective polarization in Brazil. Political Research Exchange, v. 4, n. 1, 2022. DOI 10.1080/2474736X.2022.2117635. Acessar fonte


DUARTE, André. Heidegger e o outro: a questão da alteridade em Ser e tempo. Natureza Humana, v. 4, n. 1, p. 157–185, 2002.


FEIJOO, Ana Maria Lopez Calvo de; DHEIN, Carolina Freire. Uma compreensão fenomenológico-hermenêutica das compulsões na atualidade. Fractal: Revista de Psicologia, v. 26, n. 1, 2014.


FESPSP. Pesquisa revela que 69% dos brasileiros não são polarizados e que negatividade e apatia política avançam no eleitorado. 22 jun. 2026. Acessar fonte


FINKEL, Eli J. et al. Political sectarianism in America. Science, v. 370, n. 6516, p. 533–536, 2020. DOI 10.1126/science.abe1715. Acessar fonte


FUKS, Mario; MARQUES, Pedro Henrique. Polarização e contexto: medindo e explicando a polarização política no Brasil. Opinião Pública, v. 28, n. 3, 2022. DOI 10.1590/1807-01912022283560. Acessar fonte


GATTO, Malu A. C.; LEAL, João Gabriel; THOMÉ, Débora. What explains election-driven family conflicts? Research & Politics, 2025. DOI 10.1177/20531680251319815. Acessar fonte


IPSOS-IPEC. Tristeza, cansaço e medo são os principais sentimentos dos brasileiros sobre a polarização política no Brasil. 16 dez. 2025. Acessar fonte


MEDEIROS, Luciana Fernandes de. A perspectiva fenomenológica-existencial e o cuidado à existência em vulnerabilidade. In: VERAS, Renata Meira et al. Psicologia e populações vulnerabilizadas. Salvador: EDUFBA, 2024. p. 336–356. DOI 10.7476/9786556308937.0017.


TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL. Resolução nº 23.751, de 26 de fevereiro de 2026. Atos gerais do processo eleitoral para as Eleições 2026. Acessar fonte


ZANETTI, Felipe Miranda. A clínica fenomenológico-existencial: um saber-fazer pós-identitário. Studies in Health Sciences, v. 3, n. 1, p. 195–211, 2022. DOI 10.54022/shsv3n1-017.


João Victor Gabarra Sandoval | Psicólogo • CRP: 06/232969
João Victor Gabarra Sandoval | Psicólogo • CRP: 06/232969

 
 
 

Comentários


bottom of page